
Tenho andado a ouvir este disco, que saiu suponho que em Julho, mas só agora comprei.
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Com o nome Lisboa, o disco é uma espécie de tributo musical a esta cidade, estando associado às comemorações dos 25 anos do Frágil. É editado pela Lisboa Records, editora estreante, que pretende continuar a apostar em projectos na área da música portuguesa, o que é de louvar, numa altura em que se vive uma crise profunda na indústria discográfica portuguesa.
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Temos assim 12 temas (sendo 11 inéditos), com características bastante diversas, envolvendo nomes como Rodrigo Leão, Rui Reininho, Rogério Samora, Maria Ana Bobone, Ricardo Rocha, os Danças Ocultas, A Naifa, The Gift ou os BCN, entre outros.
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Para mim o ponto alto do disco é o último tema, em que ouvimos uma gravação de Mário Cesariny a ler o poema You Are Welcome to Elsinore, musicado pelos BCN.
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Estão ainda presentes mais dois poemas de Cesariny: Poema lido por Rogério Samora, com música de Rodrigo Leão e Passagem a Limpo com interpretação d’A Naifa.
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Há algumas músicas de que gosto menos (sobretudo a dos Gift) mas o nível geral é muito bom e recomendo vivamente.
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Com o nome Lisboa, o disco é uma espécie de tributo musical a esta cidade, estando associado às comemorações dos 25 anos do Frágil. É editado pela Lisboa Records, editora estreante, que pretende continuar a apostar em projectos na área da música portuguesa, o que é de louvar, numa altura em que se vive uma crise profunda na indústria discográfica portuguesa.
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Temos assim 12 temas (sendo 11 inéditos), com características bastante diversas, envolvendo nomes como Rodrigo Leão, Rui Reininho, Rogério Samora, Maria Ana Bobone, Ricardo Rocha, os Danças Ocultas, A Naifa, The Gift ou os BCN, entre outros.
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Para mim o ponto alto do disco é o último tema, em que ouvimos uma gravação de Mário Cesariny a ler o poema You Are Welcome to Elsinore, musicado pelos BCN.
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Estão ainda presentes mais dois poemas de Cesariny: Poema lido por Rogério Samora, com música de Rodrigo Leão e Passagem a Limpo com interpretação d’A Naifa.
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Há algumas músicas de que gosto menos (sobretudo a dos Gift) mas o nível geral é muito bom e recomendo vivamente.




O Café Gelo regressou ao Rossio. Só o nome, claro, o café não tem qualquer semelhança com o que ali existiu no passado. É um vulgaríssimo café com ar moderninho, pouco melhor que o fast-food manhoso que lá estava ultimamente...

Vale a pena ler a história deste elevador no 
Escrito numa prosa frenética, descreve as deambulações pelas estradas norte-americanas de Kerouac, maioritariamente à boleia, de mochila às costas e sem dinheiro, muitas vezes com a companhia do seu amigo Neal Cassady. Também Burroughs ou Ginsberg, que tinham conhecido Kerouac nos meios intelectuais e boémios nova-iorquinos, aparecem no livro. É um hino a um estilo de vida errante e em intensidade máxima, com muito jazz, álcool, drogas e sexo.

