19.3.11

“Podemos imaginar histórias sem conclusão e no entanto associadas, como os sonhos. Poemas simplesmente sonoros e plenos de palavras irradiantes mas desprovidas de sentido e de coesão, e dos quais, quando muito, algumas estrofes seriam incompreensíveis.”
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[Novalis, in Fragmentos, trad. Mário Cesariny, Assírio & Alvim, 1986]